Você é daquelas pessoas que estão no mundo fazendo a diferença? Revolucionando os hábitos? Buscando a felicidade em tudo o que fazem? Amam o trabalho? Utilizam a tecnologia como meio de atingir a plenitude? Põe o coração em tudo o que faz? Então você é um Millennials.

Longe da geração Woodstock, que por sua importância iniciou um movimento que mudaria radicalmente o mundo na década de 60 e nos anos futuros. Revoluções como a pílula, a liberdade sexual, transformações no cenário político-econômico, avanços tecnológicos nas comunicações, permitiram a que novas gerações pudessem avançar e evoluir. Esta nova geração, que inicia o terceiro milênio, tem suas próprias ideologias, filhos e netos da geração Woodstock, logo compreenderam que deveriam criar suas próprias revoluções, adaptando-se a um mundo em constante mudança.

A expressão Millennials foi utilizada por Niel Howe e William Struass, no livro Millennial Rising. A geração Millennials, também conhecida pela geração Y, nascidos entre 1980 e 2000, e se desenvolveram combatendo os maus hábitos da geração Woodstock, onde grande parte dos comportamentos era de revolta, de busca pela liberdade de expressão, de comportamentos, buscando identidades próprias.

Esta geração logo descobriu que INFORMAÇÃO e OPORTUNIDADE são palavras de ordem, que modificam, revolucionam, oportunizam a todos ao desejoso lugar ao sol, a que todos ansiamos.

ESTA GERAÇÃO É…

  1. Mais saudável, mais esportiva, esta geração luta para abandonar certos vícios como tabagismo, mas, no entanto ainda lutam freneticamente contra o álcool, cujos índices são muito altos nesta faixa de idade.
  1. Mais estudiosa, compenetrada, são “nerds” e estão buscando os estudos como meta de melhorar a vida e não somente seu status profissional de busca de melhores salários. Estão mais preocupados em conhecer, saber, do que se capacitar, habilitar. É uma geração de atitudes fortes, marcantes, individuais e ao mesmo tempo de movimentos grupais que os identifiquem. Facilmente levantam bandeiras contra o sistema que os reprime, que os rebelem principalmente sistemas comprometidos com o uso indiscriminado das potencialidades planetárias e que se escassa rapidamente.

 

  1. Mais vaidosa, cuidam do corpo, da saúde, da beleza produzida em academias de ginástica, se vestem melhor e são mais diversificados, ligam mais para marcas do que as gerações anteriores, mas procuram vestimentas que os identifiquem com movimentos e grupos pelas quais participam.

 

  1. Mais cuidadosa com os aspectos de transmissões por vias sexuais, estão mais ajuizados, utilizam a camisinha, vão a médicos com frequência. Entretanto possuem mais parceiros do que na geração Woodstock. Estão mais sujeitos a relacionamentos mais curtos, porém mais intensos. Não abrem mão facilmente de suas ideias, ideologias e modo livre de viver a vida.

 

  1. Mais trabalhadora, não vestem camisa das empresas, se desfazem facilmente de seus empregos em busca do que realmente gostam de fazer. Buscam colocar o coração no tipo de trabalho que gostariam de desenvolver e enquanto não encontram, buscam freneticamente descobrir porque estão neste mundo e qual o seu propósito.

 

  1. Mais consumista, logo trocam a vestimenta, a tecnologia, e o comportamento por outro mais a frente. Segurar esta clientela por um tempo maior é o desafio das grandes organizações hoje em dia. Estão ávidas em consumir, mas são muito livres para que permaneça muito tempo com um vestiário, um celular, um carro, um lugar.

 

  1. Mais comunicativa e presente nas redes sociais, estão formando grandes grupos mundiais, atravessando fronteiras, idiomas. Estes movimentos gigantescos lhes dão forças de opinião, e podem alterar as correntes atuais da comunicação. Os jornais e revistas e TV não são mais os únicos veículos de comunicação que fazem a cabeça dessa geração. Eles possuem voz e vez e a utilizam através da Internet. A cada ano triplica o número de Blogs e sites pessoais, expondo as ideias, as intimidades, as vontades e a maneira de viver desta geração.

 

  1. Mais família, estão estatisticamente vivendo mais tempo com os  pais, deixando para morar sozinhos ou casarem na faixa dos 30 anos. Como os conflitos são menores conseguem estabelecer comunicações com os pais e até modificar velhos preceitos, preconceitos, e costumes da geração Woodstock.

 

 

 

A geração Millennial quer aumentar mais a faixa da juventude e entrar na faixa adulta mais tarde, desta maneira é comum se apegarem por muito mais tempo a moda jovem, aos costumes jovens, a tecnologia jovem. As empresas que produzem para esta faixa de idade devem explorar o máximo esta faixa etária, dando-lhes uma infinidade de produtos e serviços para que possam usufruir por mais tempo. Segundo pesquisas americanas, 61% dos jovens não querem ser adultos, querem permanecer jovens por mais tempo.

Todos podem realizar seus sonhos, ter seu minuto de fama, produzir seus próprios mercados, elaborar suas fantasias através da Internet. A produção de vídeo pessoal estabelece todos os meses recordes de inclusões no Youtube. Buscar um lugar ao sol através de suas próprias influências é prerrogativa dessa geração. Estabelecer suas fronteiras, escolher seus grupos, atuar em bandos. Buscar a colaboração e a cooperação como modo de se superarem, conhecerem e se informarem. Estão mais comprometidos com a participação e realização do que propriamente com o sucesso. Embora a maioria almeje bons empregos, estão mais preocupados em realizar do que produzir. Não se apegam a empresas, nem vestem camisas, estão preocupados em participar de projetos que os façam compreender e evoluir em seus anseios.

Buscam organizações que lhes deem flexibilidade de horários, liberdades para exprimirem suas ideias, comportamentos, vestuários. Trabalham por metas, objetivos, responsabilidades e são avessos a horários, bater pontos. Assumem que querem trabalhar mais do que oito horas por dia, mas do jeito deles, com suas velocidades, tecnologias de comunicação e informação e de resultados.

A geração Millennials não busca os estudos porque os pais assim o querem, mas porque compreendem que o mundo mágico da informação e da compreensão começa ali. Trocam com muita frequência de faculdade, até encontrarem uma que lhes faça sentido, mesmo que os ganhos não lhe sejam aparentes. Estão preocupados em ser, embora o dinheiro nem sempre lhes permita isso. São menos inseguros quanto a escolher uma profissão porque sabem que podem mudar a todo o momento.  São mais empreendedores, se atiram mais fortemente de cabeça em seus ideais e apostam num futuro promissor, por confiar em seus instintos. Não é só o sucesso que os motiva, mas o caminho que os levam para o sucesso. Por isso, as escolhas são sempre acompanhadas de muita intensidade, flexibilidade e autenticidade.