Images_vagalumeIncrível como essa espécie tão pequena pode ser tão fascinante. O brilhos que os vaga-lumes emitem na parte inferior de seu abdomen encantam pessoas de todas as idades.

E o mais interessante é que tudo não passa de uma ação química.

A bioiluminescencia, nome dado ao brilho emitido, é a reação de uma substância chamada luciferina. Essa substância ao entrar em contato com o oxigênio inalado pelo vaga-lume reage dando origem à oxiluciferina, substância que perde sua energia e faz com que o inseto emita a luz que conhecemos.

Os vaga-lumes também conseguem controlar a intensidade e a freqüência de seus lampejos variando o suprimento de ar do seu órgão luminescente, localizado no abdomen. Outro fator que impulsiona a emissão de luz é o de chamar atenção de seu parceiro ou parceira. O macho emite sua luz avisando que está próximo enquanto a fêmea, que pode estar posada em algum local, emite a luz para avisar onde está.

Os cientistas já identificaram pelo menos três famílias de luminescentes: os vaga-lumes, que emitem sua luz entre o verde e o amarelo, os salta-martins, que produzem uma luz que vai do verde ao laranja e os trenzinhos, que possuem sua luz variando entre o verde, vermelho, laranja e o amarelo.

Dica do site Biologia Interativa.